segunda-feira, 23 de julho de 2012

Iod He Vau He


                               A Cabala descobre todos os mistérios da criação neste simples nome, ao estudar o simbolismo representado pelas quatro letras formando este nome assim dividido: IOD, HE, VAV, HE (IHVH). Este nome é aquele que encontramos no cume de todas as iniciações, aquele que irradia no centro do triângulo lamejante da Maçonaria Universal.
                                A primeira letra, o IOD, figurada por uma vírgula ou um ponto, representa o princípio original das coisas, o ponto de partida da criação. Esta letra que ocupa o
décimo lugar no alfabeto hebraico, é representada pelo número 10, ele mesmo composto do número um, unidade, princípio, e do zero, representando o nada, por seu significado e o Todo por sua forma. No IOD ou número 10, a unidade, origem do Todo, alia-se ao Nada para formar o princípio inicial da Criação, princípio gerador, princípio masculino.
                                A segunda letra, o HE, quinta letra do alfabeto hebraico, representa o número 5, equivalente à metade do valor da primeira letra, 10. E o princípio inicial IOD ou 10 que se fraciona em dois, e que se desdobra. Tal é a origem do binário: masculino/feminino, ativo-passivo, positivo-negativo, homem -mulher. A energia criadora masculina junta-se à matéria fecunda feminina.
                                A terceira letra, VAV, ocupa o sexto lugar no alfabeto. Resulta da ação geradora do IOD sobre o HE, ao princípio masculino sobre o princípio feminino. E o filho, a resultante: um mais cinco igual a seis.
                                A quarta letra representa um segundo HE, novo elemento feminino, indispensável ao filho para possuir a faculdade de se reproduzir e de perpetuar o Ser. E o grão que contém em potência a geração futura e a possibilidade de garantir a Eternidade. JEHOVA, portanto, não é um nome, mas o símbolo da Criação e da Eternidade, do SER PERFEITO. Este nome não pode ser pronunciado a não ser uma vez por ano, e soletrado letra por letra no Santo dos Santos, pelo Sumo Sacerdote, Grão-Mestre da Arte Sacerdotal, no meio do ruído das preces do povo profano.

A cabala é a essencia da religião


                                 A palavra Cabala tem origem no vocábulo hebraico kibbel , significando lição, tradição, ensino. A Cabala é a tradição esotérica e o conjunto das doutrinas secretas dojudaísmo. Esta ciência oculta foi recolhida nas Escrituras e devia ser transmitida oralmente e nunca ser escrita, visando evitar que o texto caísse sob as vistas dos profanos.`
                                 Os cabalistas datam as concepções primordiais da Cabala de tempos primitivos - que remetem a Moisés e até Abraão e Adão. Quanto aos verdadeiros fundadores da Cabala, entretanto, são mencionados três talmudistas: Rabino Ismael ben Ehsa (cerca de 130 d.C.); Rabino Nechunjah ben Hakana (cerca de 75 d.C.) e, sobretudo, Simeon ben Yohai (cerca de 150 d.C.), sendo este último apontado como autor do famoso Zohar.
                                 Acredita-se que os ensinamentos da Cabala começaram de forma oral, que foi transmitida por Enoque aos seus descendentes, sendo que, posteriormente, Moisés, para evitar que seus ensinamentos se perdessem, comunicou-os aos setenta anciãos escolhidos, e daí para frente de forma escrita.
                                  Mas, ao serem escritos os ensinamentos cabalísticos, foi utilizada a maneira mais simbólica possível, com o intuito da não compreensão profana, mas tão somente dos iniciados. Dois são os livros fundamentais da Cabala: 1º o Sefer Yetsirah, ou Livro da Criação, e o Zohar, ou Livro dos Esplendores.
                                   A Cabala apareceu, na sua forma atual, por volta do século XII, repetindo, continuando e completando o ensino esotérico do Talmude. Na Bíblia temos os livros cabalísticos de Ezequiel e do Apocalipse, que foram escritos de forma velada, simbólica. A chave do seu ocultismo repousa, como a do Talmude, sobre o valor dos números, a combinação das 22 letras do alfabeto hebraico e a força oculta do Tetragrama.
                                   O ensino da Cabala esmera-se em dar com precisão a definição da divindade vulgarmente denominada Deus, em fixar-lhe os atributos e em estabelecer o processo das manifestações do seu poder. A particularidade da Cabala é de repudiar toda idéia de antropoformismo na definição da divindade, de afastar toda possibilidade de figuração de Deus que é Infinito, inacessível, incompreensível... O Ser por excelência, o Verbo eterno conjugando-se, simultaneamente ao presente, ao passado, ao futuro: Jeová, Aquele que foi, que é, que será,       Aquele cujo nome nunca deve ser pronunciado porque o profano não compreenderia que o Deus Todo-Poderoso, o Deus dos Exércitos não pudesse ter nenhum outro nome a não ser o verbo Ser.

O mestre e o discípulo cabalista



                               Quando um neófito começou a estudar em sua Loja Martinista, uma das primeiras aulas referia-se as letras hebraicas e seu significado, aconteceu que um dos estudantes um jovem iniciado esqueceu de levar sua caneta para as necessárias anotações, e pediu ao irmão ao lado de sua cadeira para emprestar-lhe um lápis.
                               "Não," replicou o último. "Não posso dispor do lápis pois poderei usa-lo a qualquer momento; você deveria ter trazido seu próprio material de casa .
                               " Então, o primeiro pediu a outro irmão do seu lado". “O Mestre percebeu o que se passara e nada disse, porém meia hora mais tarde pediu ao segundo menino, aquele que negara o lápis ao seu irmão, se ele poderia mostrar à classe um alef, um bet e um guimel (as primeiras três letras do alfabeto hebraico).
                                "Claro," respondeu o aderente, apontando para um de seus livros. "este é um alef, este um bet, e este aqui é um guimel."
                                "Não," disse o Mestre. "Você está errado."
                                 O garoto ficou confuso. "Mas professor" - disse ele - "isso é o que nos ensinou... isso é o que temos lido pelos últimos meses!"
                                "Não," repetiu o Mestre. "Você está errado."
                                "Alef é: Quando seu irmão lhe pede um lápis, você dá a ele. Bet é: Quando sua família lhe pede auxilio, você atende. Guimel é: Quando um desconhecido lhe pede uma ajuda, você dá a ele o que ele precisa."

Os quatro ramos da cabala


As quatro Categorias da Cabalah
1. A Cabalah Prática, que trata da Magia Talismânica, Cerimonial
e do Tarot;
2. A Cabalah Dogmática, que consiste na literatura Qabalística;
3. A Cabalah Literal, que trata do uso das letras e dos números;
A Cabalah Literal divide-se em três partes:
* Gematria, que baseia-se nos valores das palavras;
* Notariqon, que baseia-se nas letras de uma palavra que
formam as iniciais de outras palavras, formando uma sentença;
* Temura, ou permutação, sendo esta a substituição de uma
letra por outra que a precede no alfabeto.
4. A Cabalah Não-Escrita, que consiste no conhecimento correto
da maneira pela qual os sistemas simbólicos estão dispostos na Árvore
das Vidas.

Planos encobertos


                                Tradição Oral, Misticismo Hebraico, Interpretação da Torah e os Livros dos Profetas.A palavra Cabalah quer dizer tradição, assim como Caibalion. O Caibalion é um livro que supostamente foi escrito por adeptos e que ele contem as regras para se conhecer o universo e esse nome Caibalion seja um derivado da palavra Cabalah .Cabalah também quer dizer aquilo que foi recebido e é transmitidoque na verdade corresponde a palavra tradição que antigamente queria designar a LEI (Torah) que foi implantada por Moisés. Cabalah- Tradição ou aquilo que é recebido. Antigamente - A Lei de Moisés (mosaica)
As Duas Escolas : A Cabalah possui duas escolas principais: Primeiro, a escola judaica; Segundo a escola Hermética.
                                   A principal diferença entre as duas é que a escola judaica impede que se faça qualquer representação, para impedir a formação de idolatria, e os judeus reconhecem apenas 05 cabalistas. Para eles a Cabalah é uma ferramenta de conhecimento intelectual, que os ajuda e decifrar a Torah escrita / Torah shebichtáv e a Torah oral/ Torah shebealpê, é a Cabalah quem dá a Torah uma forma una e indivisível. Da mesma forma que o Alcorão, que para cada linha existem 14 traduções possíveis, e no hebraico encontramos onze variantes. Quando pensamos em um livro do tamanho do Pentateuco fica muito difícil, tornando-se quase impossível a sua tradução ou interpretação em sua totalidade. E a escola hermética difere principalmente e justamente na liberdade ao utilizar-se ferramentas gráficas, como a Árvore das Vidas. Por exemplo, a capa do livro que representa o esquema gráfico do jardim do paraíso. Existindo ainda diferenças sutis entre ambas, que poderão ser vistas futuramente por cada indivíduo, ao longo de seu estudo
                                    Como todas as "ciências e escolas esotéricas", a Cabalah tem uma origem tradicional e uma origem histórica, e necessariamente a origem tradicional não coincide com a histórica, segundo a origem tradicional, a Cabalah foi ensinada pelos anjos a Adão para que Adão, através do estudo e da utilização cabalística pudesse retornar ao paraíso. Adão passou a Abraão, Abraão levou estes ensinamentos até o Egito eles absorveram parcialmente a Cabalah.   Mais tarde Moisés aprendeu esse conhecimento e aprimorou esse conhecimento no deserto, durante os quarenta anos que por lá perambulou. Essa é a origem tradicional, também se dizendo que ele foi ajudado por anjos no deserto, existindo todo um folclore sobre isto. Merkabah - É a carruagem que transportou o trono de Deus ou o Trono do Mundo . A origem histórica da Cabalah vem da criação do que se chama de Merkabah (carruagem), Merkabah é a descrição de Ezequiel em relação ao carro de Deus. É a carruagem que carregava o trono de Deus da esfera celeste. 

                                    A crença comum é que este carro ia e vinha entre o céu e a terra etinha um determinado conhecimento místico potencial para explicar o Merkabah. A partir deste momento é que se foram se desenvolvendo outras estruturas como a Árvore das Vidas. A Cabalah não é somente umconjunto de coisas absurdas. Devemos que vê-la como uma chave capazde elucidar o que nós não podemos responder sozinhos. A Cabalah échave que abre todas as portas, mas não adianta você Ter esta chave sem conhecimento para usá-la. Ela também não é somente o conjunto de ciências hebraicas , e herméticas. Hoje ela está presente em tudo ao nosso redor, e ela pode nos auxiliar de várias formas. Num experimento de química os cálculos usados são semelhantes aos da Cabalah. Você pode chegar ao resultado de uma experiência ou próximo a ele. Por exemplo: quando você tem um experimento de resultados imprevisíveis com materiais nunca antes usados, você pode ter uma prévia do resultado antes de fazer a experiência.

domingo, 22 de julho de 2012

O sistema cabalístico


                                Moisés dividiu seu ensinamento em duas partes, unidas por uma terceira:
  • l.° Uma parte escrita: a letra, formada por caracteres ideográficos de triplo sentido e constituindo o corpo.
  • 2.° Uma parte oral, o espírito, constituindo a chave da parte precedente.
  • 3.° Entre as duas partes, um código de regulamentos relativos à conservação escrupulosa do texto, formando a vida da tradição, tendo a jurisprudência como princípio animador.
                                O corpo da tradição tomou o nome de Massora. A vida da tradição dividiu-se em Mishna e Ghemara, cuja união formou o TALMUDE. Finalmente, o espírito da tradição, a parte mais secreta, constitui o Sepher Yetzirah, o Zohar, com o Tarô e as Clavículas em anexo.
                                O conjunto forma a CABALA. A Cabala (a tradição oral) é a parte iluminadora de um ser místico constituído por Moisés sobre o plano dos seres criados. E, ao que saibamos, a única tradição que se apresenta com esta característica elevada e sintética. Essa é a razão de ser de sua unidade e de sua fácil adaptação à intelectualidade ocidental.
                                A Cabala é a ciência da Alma e de Deus em todas as suas correspondências. Ela ensina e prova que o Todo está na Unidade e que a Unidade está no Todo, permitindo, graças à analogia, que se re monte da imagem ao princípio, ou que se volte do princípio à forma. Uma letra hebraica é, para o cabalista, um pequeno universo, com todos os seus planos de correspondência, assim como o Universo é um alfabeto cabalístico com suas cadeias de relações vivas. Assim, nada é mais fácil de compreender, e nada é mais difícil de estudar, do que a Santa Cabala, centro verdadeiro de toda a iniciação ocidental.
                                Três planos de existência, chamados três mundos, manifestam a Unidade criadora fora dela mesma. Encontramos esses três mundos em toda parte, tanto em Deus como no Universo ou no Homem. Cada um deles manifesta os três planos de existência. Nós os encontraremos integralmente num grão de trigo, num planeta, num verme, num sol, numa palavra humana assim como num sinal de escrita.
                                 Assim, não é de admirar que os cabalistas tenham sido considerados, pelos pretensiosos e pelos ignorantes, através de todas as épocas, como ingênuos sonhadores, e como sábios prodigiosos pelos iniciados. A posse das chaves cabalistas abre o futuro, o sucesso e o céu a qualquer religião, ou a qualquer fraternidade de iniciados. A perda dessas chaves condena à morte aqueles que deixaram apagar-se a preciosa luz.
                                  Na época de Ptolomeu, os judeus não podiam mais traduzir o Sepher de Moisés; perderam sua vida independente aos poucos: só os essênios, que possuíam as chaves da Cabala, perpetuaram seu espírito graças ao Cristianismo. Hoje, o Apocalipse está fechado para os católicos-romanos, assim como para os evangelistas protestantes, para os ortodoxos e para os armênios; as chaves estão perdidas para eles.
                                   Dentro das lojas maçônicas, a acácia já não é conhecida; o coração de Hiram não foi conservado no vaso místico: ateus, ambiciosos ignorantes dizem INRI e riscam IEVE dos frontões de seus templos. São ainda mais deploráveis que o clero que injuriam, pois este conservou pelo menos a devoção que faz aos santos, embora tenha perdido a tradição que faz os iniciados. Por isso ainda é necessário falar um pouco de Cabala, embora já tenhamos esboçado alguns traços em capítulos anteriores.
                                   Vejamos, pois, alguns dados sobre os três mundos em si mesmos, isto é, em seus princípios constitutivos e em suas tríplices manifestações. As imagens ideais destas leis, de suas relações e de seus princípios são representadas pelas letras ideográficas da língua hebraica, as dez numerações secretas ou Sephiroth e as operações da Aritmética Sagrada.

sábado, 21 de julho de 2012

Seiva da arvore - a Vida Universal


                               Qual é a verdadeira seiva que deve levar consigo, em seu curso, todas as coisas? Você que aspira ser admitido no grau dos trabalhadores do Senhor, sabe qual é. Você sabe que ela deve animar suas próprias essências e que ela flui da eterna Geração Divina. Você sabe que ela não pode circular em si sem retraçar a própria Geração Divina eterna. Você sabe que até mesmo a menor parte de seu ser deve ser vivificada por esta seiva. Você sabe que o poder desta seiva vivifica e rege todas as rgiões espirituais, assim como as estrelas, animais, plantas e todos os elementos visíveis ou invisíveis. Você sabe que o que ela faz por todas as coisas, ela tem o direito de fazer pelo homem, se ele não se opusesse.
                                 Portanto se apresente ao Princípio eterno desta seiva fecundante e diga: "Oh, Autor Supremo de todas as coisas, não permita que tua imagem seja degradada e caia na futilidade. Toda a Natureza experimenta contínua e diretamente os efeitos de tua seiva, e não é, nem por um instante, privada de sua ação vivificante; o Homem não está sujeito à tua imagem por ser menos favorecido que a Natureza e outras criaturas feitas por ti; faça-o tomar parte do mesmo benefício; permita-o ser reconciliado com tua Unidade universal e, a partir de então, como tu, ele jamais se movimentará sem que o universo visível e invisível se movimente com ele; ele não irá se mexer sem estar rodeado de agentes que o tornarão um participante de tua Glória e poder".

                                   Isto, Oh Homem de Desejo, é o objetivo ao qual todos os seus esforços devem tender. Você tem em si a porta pela qual esta seiva deve entrar. Se você compreender isto, como uma ajuda espiritual humana, ou que por força das circunstâncias, todas as outras portas estão fechadas a ti, alegre-se por isto, pois é prova que o Pai Supremo pode, assim, lhe forçar a olhar por esta porta sagrada, onde Ele espera por você, e pela qual Ele lhe dará acesso às maravilhas que lhe são preparadas.
                                  Agora, estas maravilhas envolvem o círculo universal de tudo, que já foi o alicerce de teu império; e uma prova de que todos os poderes, visíveis e invisíveis, estavam presentes na ocasião de seu nascimento primitivo, é que eles estão sensivelmente presentes em sua regeneração, e cada um faz a sua parte nesta regeneração. Assim, se Deus deseja que todos os segredos sejam descortinados ao Homem, o que há de permanecer oculto a nós? Tão logo olharmos Deus dentro de nós, veremos nele todas as regiões.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A compreensão da cabala


                                " Se desejas compreendê-la, não a compares a nada daquilo que conheces. Os estudiosos classificam a Kabbalah como o conhecimento místico do judaísmo, os esotéricos traduzem a Kabbalah como "Tradição", ou seja, um conjunto de Leis Universais das quais derivam o conjunto de leis que manifestam a matéria. Mas a tradução mais adequada parece ser a dada pelo Dr.Philip S.Berg que diz que Kabbalah vem do verbo Kabal(receber), logo Kabbalah seria o ato, a vontade, o desejo de receber as chaves do mistério da vida, a iluminação : " O desejo de receber afeta à toda criação porque é a base de toda a criação." 

                                 Baseado nessas afirmações podemos dizer que Kabbalah é um conhecimento subjetivo adquirido através da meditação e aplicado nos pensamentos, palavras e ações do cotidiano. Seria algo aproximado do que hoje é classificado como inteligência emocional ou um conjunto mais completo como é o caso das inteligências múltiplas.
                                 A finalidade da Kabbalah: "Até mesmo a escuridão não se mostraria escura demais para ti, mas a própria noite se iluminaria como o dia; A escuridão bem poderia ser a luz." (Salmos 139:12 )
                                 Mais qual é a finalidade de se receber uma iluminação? Seria essa iluminação a tão procurada felicidade? Talvez, mas a finalidade mais imediata da Kabbalah parece ser a luta contra a ignorância e a superstição, tanto do mundo físico, como do mundo metafísico. Essas lições podemos tirar da vida de Kabbalistas que receberam algum grau de iluminação e a aplicaram em suas vidas, como é o caso do rabino Shimon bar Yohai : "Ele lutou ao largo de toda sua vida para introduzir luz em lugares onde a ignorância e a superstição reinavam, para tornar o mundo metafísico, bem como o físico, compreensíveis, e para ligar todos os níveis da existência, com o objetivo de revelar um mundo de verdadeira beleza e harmonia."

                                   Podemos concluir que a Kabbalah é um reservatório invisível de um material subjetivo que nos transmiti luz, fé , esperança, otimismo e amor. É a fonte da água viva que mata a sede da busca de Deus, do Desejo de receber: "a essência da esperança e do otimismo, desenvolve-se a partir da crença indelével de que haverá um triunfo eventual da harmonia sobre a confusão no mundo, do amor sobre o ódio, e em última instância, uma vitória da justiça e bondade sobre a opressão e a cobiça.(...) e depende da disseminação do verdadeiro conhecimento, a sabedoria da Kabbalah."

quarta-feira, 18 de julho de 2012

O nome do Criador


                                 A consciência criativa existe em três estados (espaço, tempo e alma), que são refletidos na forma, nome e equivalente numérico de cada letra.
Sabemos a importância na composição das cadeias químicas do corpo, das 4 “letras”: C.H.O.N.Carbono, Hodrogenio,Oxigenio e Nitrogenio.
                                 Os geneticistas desvendaram o alfabeto do D N A, composto de 4 "letras": A.G.T.C.
                                  Aceitamos com ensinamento, que essas letras se referem a 4 diferentes tipos de bases nitrogenadas que se combinam entre si para criar "palavras" e "frases", que compõem o código genético de cada pessoa.
                                  Com o sucesso em decifrar seu próprio código genético os cientistas estariam enfim substituindo Deus por um Novo Deus, mais centrado na figura do próprio ser humano.
                                  Estamos substituindo o IHVH pelo novo Nome Sagrado, o A.G.T.C. Para os que não sabem, estas quatro letras são as iniciais de "adenina", "citosina", "guanina" e "timina", os quatro aminoácidos que compõem o nosso ADN.
                                  Estas quatro substâncias representam, por assim dizer, um dos mais básicos núcleos químicos constituintes de nossos corpos.
Contamos agora com um estudo gemátrico que liga a moderna ciência da Genética à ancestral ciência da Gematria.
                                  Ao nos aprofundamos no tema, tudo o que verdadeiramente somos, num sentido físico, não passa de um conjunto químico de letras. O Universo Cósmico tem seu DNA espiritual, só que em vez de 4 letras, esse código é composto por 22 letras. Essas 22 vibrações foram identificadas como as 22 letras do alfabeto hebraico. O alfabeto hebreu contém profundos segredos da Criação.
                                  Um dos grandes erros da humanidade foi achar que essas figuras são simplesmente símbolos para uma língua chamada hebraico, de uso particular do povo judeu.
O alfabeto hebraico transcende religião, raça, geografia e o próprio conceito de linguagem, elas são figuras universais, do alfabeto genético de todo o universo, para todas as pessoas, o tempo todo. Essas letras, pela característica de suas formas, ressonância e vibração de seu som, atuam como antenas parabólicas, que estimulam e liberam as formas da mesma energia invisível da criação. Cada letra individualmente representa uma energia específica. Cada som gerado pela vibração da pronúncia da letra representa uma força energética diferente.Além disso, a distinta combinação de letras, através da sua cor, luz e som, cria desiguais tipos de energia, da mesma forma que diferentes combinações de notas musicais criam distintos tons e melodias.
                                     A energia ligada à letra estudada está diretamente ligada à força divina feminina, criativa e criadora. É uma energia que liga o divino, seja imanente ou inerente, ao material, trazendo para o mundo físico as forças espirituais. É também uma energia reativa ao ambiente, percebendo as energias circundantes e adaptando-se a elas. A energia destas letras é uma energia de vitória sobre as dificuldades, evolutiva e que leva diretamente à eternidade através de uma organização precisa. Traz em si um grande conhecimento e destina-se ao restaurar das forças mais elevadas. Dentro das siglas e fórmulas puramente químicas está também a maravilha da Criação, seja vista pela ocular de um microscópio ou pela análise das energias místicas que elas carregam.
                                   Nestas páginas estudaremos as 22 letras sagradas e veremos as que estão presentes nos 72 nomes de Deus e que originam os 72 Seres das Hostes Angélicas.
De imediato estudaremos o Reino Angélico e sua posição na árvore da vida